Compartilho a resenha de um texto de 1996, de Bernadete Gatti. Vinte anos se passaram e o texto continua tão atual…Continuar lendo “Professor e identidade docente”
Entrevista TV CPP
Para esclarecer alguns pontos fundamentais, como definição do Ensino Híbrido e qual a proposta do Grupo de Experimentações, uma breve entrevista fornecida à TV do Centro do Professorado Paulista. Clique aqui para assistir.

Transformando a sala de aula com o Ensino Híbrido
Na segunda parte deste artigo, que escrevi em parceria com a Carla e a Flávia, os principais desafios para a implementação do Ensino Híbrido são apresentados:
“Os desafios propostos no grupo de experimentações e realizados pelas professoras envolveram:
- Modificar da organização do espaço da sala de aula: o primeiro passo foi perceber que o modelo atual da sala não favorece a colaboração entre os alunos, o compartilhamento de ideias e, principalmente, observar que, nessa organização, não são todos os alunos que aprendem.
- Repensar o papel do professor: com o espaço organizado de outra forma, o professor deixa de ser o centro das atenções e passa a estar mais próximo do aluno. Nessa mudança de papel, o professor planeja atividades de modo que o aprendizado seja personalizado e cada aluno possa caminhar no seu ritmo e da forma que melhor aprender. Foi possível observar que, assim, o professor conseguia orientar os alunos com mais dificuldades enquanto os demais avançavam no conteúdo.
- Repensar o papel dos alunos: os grupos de estudantes, organizados de outra forma, passam a desenvolver protagonismo em suas ações, ajudando uns aos outros. Como possuem liberdade de aprender seguindo estratégias e ritmo próprios, é notório o crescente interesse e participação nas atividades.
- Utilizar tecnologias digitais em diferentes processos, não apenas para enriquecer as aulas (com uma projeção), mas auxiliando na coleta de dados para a personalização. Ao coletar dados sobre o desempenho dos alunos, o professor pode avançar com mais segurança para os passos seguintes – como organizar as experiências de aprendizagem que quer oferecer aos estudantes para que sejam mais eficazes e, também, reorganizar o espaço em sala de aula.
Depois disso, gradativamente, há um movimento de repensar a avaliação, provocar mudanças na cultura escolar e envolver toda a comunidade escolar no processo.“
Acompanhe a matéria completa aqui!
Podcast – Tecnologias digitais na educação
Neste podcast, eu e Marcelo Ganzela batemos um papo sobre o uso das tecnologias digitais na educação. Leia um trecho transcrito do bate-papo e siga o link, abaixo.
Lilian: De acordo com sua experiência, que dicas você poderia dar aos professores que têm interesse em utilizar as tecnologias digitais em sala de aula de forma realmente integrada?
Marcelo: Então, Lilian, acho que a primeira preocupação do professor deve ser garantir e potencializar o aprendizado. Agora, sabendo do contexto em que estamos inseridos, totalmente multimodal e tecnológico, não dá pra ignorar que as tecnologias podem ajudar nessa potencialização. Eu sempre penso, primeiro, nos objetivos de aprendizagem e, no momento em que vou planejar as aulas… no momento das estratégias, tento pensar nas melhores maneiras para atingir tais objetivos. É nesse momento em que me permito buscar recursos tecnológicos para as estratégias das aulas. Imagino meus alunos… penso no que os impacta e então os recursos tecnológicos vão surgindo no planejamento. Mas é fundamental mudar nosso padrão mental sobre a aula: preciso me questionar – que outras maneiras de se ensinar existem além da que eu sempre usei?
Lilian: Então, não estamos mais falando apenas em capacitar o professor para o uso das tecnologias digitais, mas em discutir com o professor o “como” fazer. De que maneira ele pode inserir as tecnologias digitais em seu planejamento de forma sustentada, inicialmente. Ou seja, aprimorando sua aula sem abandonar aquilo que ele julga positivo em sua forma de ensinar.
Plataformas adaptativas e as metodologias ativas
Relato de implementação do Ensino Híbrido
Na minha coluna deste mês, na Infogeekie, em parceria com educadores-referência do Ensino Híbrido, apresentamos a primeira parte do relato de implementação da proposta no Ginásio Experimental Carioca. Flávia e Carla foram as parceiras neste texto!
Palestra completa – Ensino Híbrido
O Ensino Híbrido está inserido no bojo das metodologias ativas, uma vez que pressupõe o protagonismo do estudante em seu processo de construção de conhecimento, mediado pelos pares, pelos professores, pelas tecnologias digitais.
Conheça mais sobre o assunto na minha palestra completa, clicando aqui.
Formação de professores – Ensino Híbrido
A formação continuada ou formação em serviço dos professores é sempre um desafio nas instituições de ensino. Quando se acrescenta a essa formação uma expectativa de uso de tecnologias digitais em sala de aula, muito mais do que substituindo o quadro de giz ou a lousa, mas incorporando seu uso às reais necessidades dos estudantes, como proposto pelo Ensino Híbrido, a situação fica ainda mais complicada…
No texto a seguir, publicado na Infogeekie de outubro, eu compartilho um pouco da minha experiência com o Grupo de Experimentação em Ensino Híbrido.
Minha experiência na formação de professores para o Ensino Híbrido