Podemos exercitar empatia na escola?

A BNCC da educação básica aponta dez competências gerais que devem fazer parte dos nossos planejamentos escolares. A Competência 9 trata da empatia. Segundo o texto: “Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.” Continue lendo “Podemos exercitar empatia na escola?”

As tecnologias digitais e seu papel transformador nas ações de ensino e aprendizagem

Apresento neste texto alguns trechos extraídos da minha tese.

TDIC – Tecnologias Digitais da Informação e da Comunicação – ou TIC – Tecnologias da Informação e da Comunicação – ou, ainda NTIC – Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação – são alguns dos termos utilizados pelos pesquisadores desta área e podem ser considerados, de certa forma, sinônimos. Coll e Monereo afirmam que

“Entre todas as tecnologias criadas pelos seres humanos, aquelas relacionadas com a capacidade de representar e transmitir informação – ou seja, as tecnologias da informação e da comunicação – revestem-se de uma especial importância, porque afetam praticamente todos os âmbitos de atividades das pessoas, desde as formas e práticas de organização social até o modo de compreender o mundo, de organizar essa compreensão e de transmiti-la para outas pessoas.” (Coll & Monereo, 2010, p.17).

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Planos de aula de Ciências – Nova Escola

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Desde novembro de 2017, estou envolvida com a produção dos Planos de Aula de Ciências que, agora, estão no ar. Foi um grande desafio aprofundar os estudos da BNCC, recém aprovada em dezembro, e elaborar uma estrutura que considerasse a investigação como uma premissa das aulas de Ciências. Além de toda a experiências de mais de 20 anos em sala de aula, lecionando Ciências e Biologia, a pesquisa envolvendo as metodologias ativas foi muito importante nesse desenho: a inspiração na Aprendizagem baseada em projetos e no STEM (sigla para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática) foi decisiva! Comecei 2018 em Liverpool, não apenas conhecendo a terra dos Beatles, mas passei a primeira semana do ano na Conferência Anual da ASE (The Association for Science Education) na Universidade de Liverpool. Palestras e mais palestras, oficinas e mesas de debate apresentando o STEM fizeram com que eu tivesse ainda mais certeza que esse poderia ser um caminho para os planos. Assim, os planos de ciências (leia mais aqui) têm uma estrutura que envolve um contexto, uma questão disparadora, uma atividade mão na massa, e uma sistematização. Na hora do mão na massa, os professores do Time foram desafiados a criar propostas que envolvessem a argumentação, a experimentação, atividades práticas, uso de modelos, simuladores, entre outras atividades. A ideia é colocar o estudante no centro do processo, possibilitando que, por meio da prática, assuma uma postura protagonista (leia mais aqui)! Foi uma grande alegria acompanhar todas as etapas, desde a criação de planos modelo, o teste nas redes públicas, o processo seletivo, a Virada de autores, a produção dos planos e, agora, ver esse material no ar! Que bom ter tanta gente boa por perto! Minha gratidão a cada professor, mentor e especialista que esteve (e ainda está) comigo nessa jornada. Que estes planos possam fazer a diferença nas aulas de Ciências por esse país, assim como fizeram (e continuam fazendo) na minha trajetória profissional. Obrigada, Nova Escola, pela oportunidade de participar desse desafio com vocês!

Está curioso para ver esses planos sensacionais? Clique aqui para conhecê-los!

 

Educação e cultura

A escola é a instituição que possibilita a manifestação e análise das concepções culturais de uma população. Estudantes apresentam concepções resultantes de seu dia a dia, conceitos considerados cotidianos e, na escola, têm a oportunidade de contrastá-los com os conceitos estruturantes, sistematizados.

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O que é inovar na educação?

Inovação tem sido tema recorrente em encontros, seminários, congressos de educação. Frequentemente, sou convidada a falar sobre o tema, tendo como foco as metodologias ativas, a aprendizagem por projetos, o ensino híbrido. Muitas vezes, inovar na educação é atrelado ao contexto de uso das tecnologias digitais na rotina escolar, levando as instituições a adquirirem recursos variados e que, nem sempre, cumprem seu papel… Continue lendo “O que é inovar na educação?”

“É preciso persistir na mudança”

Protagonismo do aluno em sala de aula e a inserção de tecnologias digitais na rotina escolar são tendências apontadas pela especialista Lilian Bacich

Matéria da Inovaeduc – Folha Dirigida de outubro de 2017, por Giulliana Barbosa

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Ensino Híbrido: Relato da Escola Bosque

Ensino Híbrido  Educação inovadora

Na Escola Bosque, a proposta de assessoria que realizo envolve encontros e discussões com a equipe de gestão que, nos encontros pedagógicos, dissemina a abordagem com o time de professores. No relato a seguir, a gestão compartilha o passo a passo do processo.

http://info.geekie.com.br/ensino-hibrido-passo-a-passo/bosque

 

 

Fórum de lideranças

Ensino Híbrido  Educação inovadora

Em forumabril, pela Triade Educacional (triade.me), participei de palestra e mesa redonda no Fórum de Lideranças, evento realizado pelo Grupo A e pela Blackboard. As palestras que ocorreram foram muito inspiradoras e voltadas para os desafios do Ensino Superior ao refletir sobre as inovações possibilitadas pelo uso integrado de tecnologias digitais na educação.

 

No link abaixo, é possível assistir a todo o evento.

Desafios da educação