Tecnologias e personalização no Ensino Híbrido

Na coluna deste mês do Infogeekie, a proposta é

REFLETIR SOBRE O POTENCIAL PEDAGÓGICO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO TEM SIDO UMA AÇÃO RECORRENTE EM MUITAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO. MAIS DO QUE O USO PARA ENRIQUECER AS AULAS, É IMPORTANTE AMPLIAR O DEBATE E REFLETIR SOBRE COMO A PERSONALIZAÇÃO DAS AÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM PODE SER INSERIDA NESSE PROCESSO.

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Inovação na Educação

A matéria de capa desse mês da Revista Nova Escola aborda o tema da inovação, em que participei como consultora especializada e fui uma das entrevistadas.

A matéria traz estratégias e concepções que podem ser consideradas inovadoras na educação apesar de, como já venho discutindo há algum tempo, considerar que todas são releituras de importantes teorias e pesquisas educacionais, porém contando com a inserção de tecnologias digitais e outros recursos de nosso tempo. É importante pensar que: O ensino sempre foi híbrido! O que nos motiva é a variedade de experiências de aprendizagem que podem ser ofertadas, nos dias de hoje, para que todos aprendam mais e melhor!

O acesso à reportagem é aberto, basta se cadastrar na Nova Escola Clube: Clicando aqui16640698_1272668786114631_3228210462152671706_n

 

Ensino Híbrido: ênfase ao protagonismo do estudante

Na coluna deste mês, na Infogeekie, em parceria com as professoras Fernanda e Lisiane, o foco foi o aluno. Como a instituição e o planejamento precisam estar conectados para que a inserção das tecnologias digitais, integrada ao planejamento, realmente surta efeito. Leia o texto completo aqui

Ampliando a proposta

“A professora Aline, de Belo Horizonte, faz parte do grupo de Educadores-Referência do Ensino Híbrido. Este texto apresenta o relato de sua experiência durante e após a participação no Grupo de Experimentações, multiplicando a proposta na escola particular em que leciona.”

Conheça o texto que escrevi em parceria com a profa Aline para a Infogeekie deste mês.

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Transformando a sala de aula com o Ensino Híbrido

Na segunda parte deste artigo, que escrevi em parceria com a Carla e a Flávia, os principais desafios para a implementação do Ensino Híbrido são apresentados:

“Os desafios propostos no grupo de experimentações e realizados pelas professoras envolveram:

  1. Modificar da organização do espaço da sala de aula: o primeiro passo foi perceber que o modelo atual da sala não favorece a colaboração entre os alunos, o compartilhamento de ideias e, principalmente, observar que, nessa organização, não são todos os alunos que aprendem.
  2. Repensar o papel do professor: com o espaço organizado de outra forma, o professor deixa de ser o centro das atenções e passa a estar mais próximo do aluno. Nessa mudança de papel, o professor planeja atividades de modo que o aprendizado seja personalizado e cada aluno possa caminhar no seu ritmo e da forma que melhor aprender. Foi possível observar que, assim, o professor conseguia orientar os alunos com mais dificuldades enquanto os demais avançavam no conteúdo.
  3. Repensar o papel dos alunos: os grupos de estudantes, organizados de outra forma, passam a desenvolver protagonismo em suas ações, ajudando uns aos outros. Como possuem liberdade de aprender seguindo estratégias e ritmo próprios, é notório o crescente interesse e participação nas atividades.
  4. Utilizar tecnologias digitais em diferentes processos, não apenas para enriquecer as aulas (com uma projeção), mas auxiliando na coleta de dados para a personalização. Ao coletar dados sobre o desempenho dos alunos, o professor pode avançar com mais segurança para os passos seguintes – como organizar as experiências de aprendizagem que quer oferecer aos estudantes para que sejam mais eficazes e, também, reorganizar o espaço em sala de aula.

Depois disso, gradativamente, há um movimento de repensar a avaliação, provocar mudanças na cultura escolar e envolver toda a comunidade escolar no processo.

Acompanhe a matéria completa aqui!

Podcast – Tecnologias digitais na educação

Neste podcast, eu e Marcelo Ganzela batemos um papo sobre o uso das tecnologias digitais na educação. Leia um trecho transcrito do bate-papo e siga o link, abaixo.

Lilian: De acordo com sua experiência, que dicas você poderia dar aos professores que têm interesse em utilizar as tecnologias digitais em sala de aula de forma realmente integrada?

Marcelo: Então, Lilian, acho que a primeira preocupação do professor deve ser garantir e potencializar o aprendizado. Agora, sabendo do contexto em que estamos inseridos, totalmente multimodal e tecnológico, não dá pra ignorar que as tecnologias podem ajudar nessa potencialização. Eu sempre penso, primeiro, nos objetivos de aprendizagem e, no momento em que vou planejar as aulas… no momento das estratégias, tento pensar nas melhores maneiras para atingir tais objetivos. É nesse momento em que me permito buscar recursos tecnológicos para as estratégias das aulas. Imagino meus alunos… penso no que os impacta e então os recursos tecnológicos vão surgindo no planejamento. Mas é fundamental mudar nosso padrão mental sobre a aula: preciso me questionar – que outras maneiras de se ensinar existem além da que eu sempre usei?

Lilian: Então, não estamos mais falando apenas em capacitar o professor para o uso das tecnologias digitais, mas em discutir com o professor o “como” fazer. De que maneira ele pode inserir as tecnologias digitais em seu planejamento de forma sustentada, inicialmente. Ou seja, aprimorando sua aula sem abandonar aquilo que ele julga positivo em sua forma de ensinar.