Colaboração, feedback e personalização nas metodologias ativas

Colaboração é uma das vantagens de utilização de abordagens que consideram a interação entre pares, como é comum nas metodologias ativas. A organização do espaço possibilita a colaboração e, também, a personalização uma vez que  a possibilidade da oferta de feedback às realizações de professores e de estudantes serão mais efetivas. Continue lendo “Colaboração, feedback e personalização nas metodologias ativas”

Redes sociais: inimigas ou aliadas na sala de aula?

As redes sociais fazem parte da vida dos alunos e educadores e, por isso, adentram o espaço da escola quase que “involuntariamente”. Nesse aspecto, compreender esses repertórios e integrá-los em projetos que se apropriem educacionalmente desses recursos, identificando seu potencial pedagógico é o propósito deste curso de extensão que irei coordenar, no segundo semestre, no Instituto Singularidades.

São objetivos do curso:
– Refletir sobre o impacto das tecnologias digitais na educação;
– Refletir sobre os possíveis usos das redes sociais em sala de aula, envolvendo metodologias ativas e o ensino híbrido;
– Identificar estratégias de segurança digital em diferentes contextos;
– Analisar e elaborar narrativas gamificadas com o uso de redes sociais;
– Refletir sobre o uso consciente e crítico de redes sociais para o combate às fake news;
– Desenvolver projetos de uso educativo das redes sociais em sala de aula com o apoio do Design Thinking.

Para conhecer diferentes experiências e possibilitar reflexões sobre a temática, o curso conta com a participação das docentes responsáveis e de convidados de diferentes segmentos que têm experiência em projetos relacionados às redes sociais.

Para mais informações, clique aqui.

Ensino de Ciências e a BNCC

A participação como assessora no projeto Time de Autores da revista Nova Escola tem possibilitado o mergulho nas possibilidades e nos desafios de implementação da BNCC no Ensino Fundamental. Desde o início do projeto, preocupei-me com a elaboração de propostas que, mais do que oferecer possibilidades dos professores consultarem planos de aula de Ciências alinhados às habilidades da Base, dessem oportunidade de repensar as aulas de Ciências com um foco maior na investigação, no papel ativo do estudante na construção de conhecimentos nesta área. A formação dos professores para a adoção de uma metodologia ativa também esteve por trás de todo o processo, desde o desenho do processo seletivo até a proposta de produção dos planos. Na matéria a seguir, apresentei aqueles que consideram ser os elementos essenciais de uma boa aula de Ciências.

https://novaescola.org.br/conteudo/11671/como-preparar-uma-boa-aula-de-ciencias

Especial da Geekie sobre ensino híbrido

“De acordo com a especialista Lilian Bacich, “o ensino híbrido é uma mistura metodológica que impacta a ação do professor em situações de ensino e a ação dos estudantes em situações de aprendizagem”.

Essa abordagem é uma grande tendência para a educação no novo milênio, que consiste na integração de diferentes momentos de aprendizagem para que os alunos tenham a chance de aplicar e construir o conhecimento em etapas.”

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“É preciso persistir na mudança”

Protagonismo do aluno em sala de aula e a inserção de tecnologias digitais na rotina escolar são tendências apontadas pela especialista Lilian Bacich

Matéria da Inovaeduc – Folha Dirigida de outubro de 2017, por Giulliana Barbosa

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Metodologias ativas e formação de professores

Em breve, teremos o lançamento do livro que estou organizando com o prof. José Moran: Metodologias ativas para uma educação inovadora. Nesse livro, apresento um capítulo com foco na formação de professores para a implementação das metodologias ativas. Neste post, compartilho um pouco das reflexões que serão encontradas no capítulo.
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